quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A importância de se construir um legado

 

Vivemos em uma sociedade em que convivemos com a ambição do mundo moderno de alcançar resultados, muitas vezes a todo custo, somos estimulados a competir desde criança, nosso sistema de ensino já promove as primeiras batalhas, quem são os melhores ou os piores em cada coisa, nos esportes, nos estudos, mas já pensaram que legado pode-se alcançar com tudo isso?

É fato que as organizações corporativas estão cheias de conquistadores, cheias de pessoas que alcançam metas todos os dias, mas a que preço? Será que todo este resultado vale a pena quando se olha para trás? Nada melhor do que marcar a vida das pessoas, seja de forma afetuosa ou agregando valor as ações que fazemos, assim sentimos que vale a pena viver, trabalhar, deixar o seio da família para lidar com meros estranhos.

Os valores são importantes, são necessários, eles constroem legados. Mas a maioria das organizações dispõem de valores bem escritos e pouco praticados o que há de errado nisto tudo? Os gestores devem sempre dar o exemplo, dentro dos valores não apenas da organização, mas os valores que tornam a organização corporativa mais humana possível. A amizade, a realização a confiança, todos estes sentimentos enaltecem a capacidade da equipe em se doar pelo comandante.

Sinto que estamos a mercer de uma retomada do comportamento correto, por que não pensar no que deixamos para trás, o que vale um amontoado de resultados financeiros, se por trás de tudo isso esta a insatisfação completa de uma equipe que não se esforça mais por não se sentir reconhecida, por não se sentir valorizada e porque não dizer, não se sentir protegida.

Tudo é possível quando nos propomos a mudar, mas a mudança principal deve ocorrer internamente e não apenas da boca para fora, podemos sim ser melhores que ontem basta pensar no legado, o que deixaremos no passado pode ser uma planilha de lucro ou uma porção de amigos e colegas que amadureceram por decorrência de suas ações. Mudar é preciso, fazer diferença na vida do próximo é fundamental.

O que guardamos no bolso é extremamente limitado quando comparado com o que podemos guardar no coração, Jesus Cristo o maior lider de todos os tempos não atingiu resultados astronômicos no aspecto financeiro, sobretudo na mudança da vida das pessoas, a mescla deste plano de intenções (resultados econômicos e humanos) deve sempre fazer parte da cabeça de um gestor. A soberba e arrogância são aliados terríveis por isso a importância de sempre fazermos uma auto-analise: que legado estou deixando com minhas ações.

 

Sivonildo Silva.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O que as artes marciais porém ensinar para o RH de hoje

Somos constantemente surpreendidos com novas tendências, novos modelos de gestão, novas filosofias de trabalho, e que vou tratar hoje no texto semanal blog sobre uma analogia pouco comentada entre as redes humanas nas organizações, vou falar hoje como as artes marciais podem servir de referência a nos posicionar na filosofia de nos tornarmos melhores profissionais com excelência no atendimento.

O que as artes marciais podem ensinar? Disciplina, autocontrole, uso da força no momento oportuno, preparo para lidar com diferentes situações, evoluir sempre, ops! Será que tudo isso não pode ser utilizado na filosofia de gestão de pessoas? Podemos tratar individualmente cada ponto, mas antes é preciso separar a imagem relacionada das artes marciais que envolvem violência, briga nas ruas, ações de alguns grupos. A essência da arte marcial prega o controle, e não a violência, prega a autodefesa e não o ataque covarde, infelizmente alguns mestres sem o devido preparo tem apresentado algumas teorias que não devem ser levadas muito em consideração, mas vamos considerar para efeito da analogia a essência folosofica das artes marciais.

  • Disciplina, quem acredita que disciplina não é importante para o melhor desempenho do trabalho, cometeu um ledo engano, sucesso depende e muito de disciplina, "o hábito faz o monge", deste modo, se quisermos ser bons profissionais a disciplina será uma das nossas companheiras. Disciplina para organizar uma agenda de forma produtiva pode ser um exemplo fiel ao caso;
  • Autocontrole, esta é uma competência essencial para lidar com pessoas e gestão de problemas, ou seria gestão de soluções. O ser humano por natureza tende a se comportar como uma mola, onde as ações normalmente correspondem a uma reação, o autocontrole e a ferramenta que irá moderar esta mola de modo que a reação resultante seja bem mais suave que a acão de flexão;
  • Uso da força no momento oportuno, em vários aspectos de uma negociação é necessário dosar e identificar o momento correto do uso da força no sentido literal da negociação, administrar o uso da força é uma arte, para não sofrer por desgastes desnecessários, para isso o discernimento e a maturidade ajudará bastante;
  • Preparo para lidar com diferentes situações, é também algo imprescindível, a flexibilidade vem associada a esta questão, é preciso também ter competências multidisciplinares, seria como um lutador com diferentes competências para os diferentes tipos de enfrentamentos, para isso é necessário sempre estar em contato com novo;
  • Evoluir sempre, o profissional de RH deve ser sempre "essa metamorfose ambulante", crescer, aprender, inovar, estar envolvidos em novos projetos, novos desafios, novos empreendimentos, zona de conforto não deve ser a praia de quem quer trabalhar com RH. Para evoluir sempre é preciso manter a mente a aberta e ter sempre a aspiração de ser o melhor no que faz, qualquer coisa diferente disso corre um risco de beirar a mediocridade, precisamos ser melhores profissionais, melhores pessoas, neste aspecto a empresa agradece, a sociedade agradece, o mundo agradece.

De fato podemos perceber que as artes marciais tem muito a ensinar aos profissionais de RH, pois como falamos anteriormente, sua filosofia é muito rica e com vários aspectos a agregar quando fazemos a correlação para a rotina de gestão de pessoas.


Sivonildo Martins.

 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A difícil arte de decidir a hora de mudar de emprego

Porque é tão difícil optar por fechar um ciclo em um emprego e iniciar um novo desafio? Este tipo e duvida nos mobiliza a pensar, pensar, pensar...mais quais variáveis devem ser levadas em conta neste momento, meu entendimento faz optar em pensar nos seguintes aspectos:

  • Mudança de cargo - mudar de cargo sempre é uma alternativa de agregar conhecimentos e novas experiências na nossa carreira, é sem duvidas um ponto interessante a ser levado em consideração;
  • Aumento salarial - ganhar mais é sempre um dos primeiros pontos levados em consideração, sobretudo a satisfação gerada por um aumento é temporária, é preciso ficar atento a este tipo de armadilha, outro ponto relevante e a diferença salarial, qualquer coisa menor que 30% de aumento é algo pouco significativo para optar por esta mudança;
  • Desafio - este item tem um apelo racional e também emocional, há quem não goste de desafios então para estes a decisão de mudança é bem mais dolorosa. Desafios alimentam nossas aspirações, alimentam nosso ego, mas podem ser objetos de frustrações futuras, sobretudo o que é certo é que não há êxito sem desafios;
  • Perspectivas - é preciso olhar o hoje com olhos do amanhã, "quem não aspira não respira". Ninguém em pleno estado de consciência quer fazer a mesma coisa a vida toda, é preciso pensar grande e ter a oportunidade de crescer de forma constante e viável;
  • Ambiente de trabalho - isto é algo muito importante à ser observado, é bem difícil produzir num ambiente que não favoreça por estar recheado de armadilhas e situações que mantenha pleno nível de estresse ou tensão.
  • Tempo de empresa - é preciso sempre conciliar o tempo na função com o crescimento na empresa, hoje em dia executivos passam em media 4 a 5 anos em cada função, este equilíbrio, favorece que não e perca o timing do crescimento profissional;
  • Informações sobre a empresa - ora! Não da para trocar seis por meia dúzia, é preciso conhecer onde se esta pretendendo plantar a semente, se o terreno não for fértil, nada cresce. Condição financeira, momento de mercado, histórico, perspectivas, desafios atuais, são pontos importantes e relevantes relativos a informações da empresa;
  • Qualidade de vida - por ultimo mas não menos importante, esse para mim é um principais aspectos a serem levados em consideração, o trabalho deve ser avaliado pela sua qualidade e não pela sua quantidade, muitos profissionais tem a falsa idéia que são importantes para seus grupos por estarem 10, 11, 12 horas envolvidos com o trabalho. A matemática é simples é preciso equilíbrio, faça a conta simples, o dia (24 horas) deve ser dividido de maneira harmônica em três momentos: trabalho, lazer e descanso, quando não há harmonia nesta divisão certamente surgirão problemas como estresse, cansaço, descontentamento, infelicidade, etc.

Avaliando tudo isso as coisas parecem mais claras e o momento de decidir parecer ser menos doloroso, o que é fato é que não se deve ficar lamentando o que não fez, o que se deixou de fazer, por isso é tão importante um instante e analise, isto te dará segurança na hora de decidir, ira te manter firme e confiante pela sua escolha. Sendo assim uma boa reflexão e um bom final de semana para todos.

Sivonildo Silva.

 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O Mercado de trabalho os desafios do nosso tempo


Está cada vez mais complicado conseguir uma oportunidade de trabalho qualificada nos tempos de hoje. Podemos observar em alguns casos a oferta de mão-de-obra é maior do que a demanda de mercado, o que parece acontecer é que no Brasil não existe sintonia entre o que o as instituições de ensino produzem e o que o mercado precisa. Um momento temos carência de mão-de-obra qualificada como por exemplo, de engenheiros ou  técnicos e muitas instituições tem preparado muito do forma genérica profissionais para o âmbito administrativo.
A opção na hora da definição do futuro acaba sendo muito importante. Carreiras desenvolvidas em nichos como os de: meio ambiente, responsabilidade social e extração e petróleo por exemplo, crescem com uma perspectiva bem promissora, a especialização nestes seguimentos também podem garantir um futuro engajamento as exigências do mercado de trabalho, sobretudo nunca é de mais atentar para as estratégias disponíveis para acelerar nossa empregabilidade, abaixo  citarei algumas sugestões que tornam pessoas mais atraentes ao mercado de trabalho:
1.     Autodesenvolvimento constante - pode ser adquirido através do bom hábito de uma leitura. Hoje em dia ler sobre boas práticas da sua área é uma boa dica, o mercado dispõe de muitas revistas especificas para praticamente todas as atividades, podemos citar por exemplo no seguimento de vendas e negociação existe uma publicação chamada Liderança, da editora Aquantum que é muito interessante, na gestão administrativa existem publicações da Editora Abril, como a Você SA, e em específico para Rh existe a Você RH, esta última muito rica em tendências e inovações da área. A internet também pode ser um campo fértil para quem busca este tipo de conhecimento, sobretudo é preciso ter um pouco de cuidado nas fontes que serão utilizadas para este conhecimento.

2.     O uso das redes sociais - podem ser um aliado ou mesmo um vilão, esta função irá depender da forma que você as utiliza, tenho visto muitas pessoas conseguirem fazer bons usos destas redes, para estabelecer e aumentar seu network, e de forma produtiva auxiliar na manutenção de sua empregabilidade, em contrapartida existem muitos que as utiliza, como válvulas de escape, o que não é proibido, mas é preciso ficarmos atentos ao que tornamos público, hoje por exemplo existem algumas  ferramentas que selecionadores utilizam, para identificar mais informações do perfil do candidato, tomando como referência o que é postado em redes sociais, por tudo é preciso ficar atento e saber usá-las de forma inteligente uma rede profissional que pode ajudar na recolocação no mercado de trabalho é o Linkedin, hoje muitas empresas utilizam desta rede para buscar e avaliar possíveis talentos, mais é importante não trocar as bolas, assuntos profissional e de lazer nem sempre combinam.

3.     Manutenção de network, é preciso manter todos os seus contatos influentes sabendo que você está a disposição do mercado, mas é importante se valorizar neste momento, pois sabemos que quando somos demitidos é possível que haja alguns impactos na nossa autoestima, mas é preciso demonstrar sempre confiança que o dia de amanhã trará algo melhor. Alguns selecionadores não vêem com bons olhos perfis de candidatos muito tristes, depressivos ou mesmo com problemas na autoestima.

4.     Vamos parar de reclamar e vamos nos reabastecer, neste momento difícil é preciso agir de maneira próativa, e não se reprimir aos acontecimentos. É uma oportunidade de freqüentar palestras, seminários, treinamentos que você não tinha tempo de frenquantar quando estava trabalhando, estes eventos além de nos alimentar com informações, também são propícios a fortalecerem nossa rede de relacionamento e muitas vezes conhecer novas pessoas que podem nos ajudar a voltar ao mercado de trabalho.
Em resumo reorganize suas idéias, atualize o seu currículo, aproveite a oportunidade para fazer um check-up na saúde, melhores suas práticas para adequar a uma melhor qualidade de vida e mantenha-se confiante, a confiança pode ser sua maior aliada, mas não esqueça de outras competências como perseverança e senso de autocrítica. Um pouco de fé e oração também nunca fizeram mal a ninguém, mas não espere apenas que Deus faça todo o trabalho uma boa parte é com você.

quarta-feira, 9 de maio de 2012


Técnicas de Negociação

Os primeiros passos da boa negociação, lidando com objeções.
Quem trabalha com negociações e vendas convive diária e constantemente com objeções. Se existe objeção, existe interesse. Poderíamos até afirmar que quanto mais forte a objeção maior o interesse. O profissional de vendas deve considerar as objeções como uma oportunidade e um desafio. O mais importante é descobrir a real objeção e o real interesse, motivação e desejos de compra do cliente.

Os tipos de objeções:
1) Racionais
– Formadas por fatos, testemunhos, documentos, tabelas etc. Neste caso o profissional de vendas deve convencer através de argumentos racionais.
Reforçando sempre os benefícios e serviços agregados aos seus produtos.

2) Irracionais
– Formada por fatores como vínculo emocional, medo de mudar etc. Normalmente o cliente não reconhece claramente este tipo de objeção.
O profissional de vendas deve identificar e persuadir, conquistando a confiança do cliente.

Quem decide e quem influencia a compra?
O profissional de vendas e negociação deve saber identificar claramente quem decide e quem influencia a compra.
Deve-se manter um ótimo relacionamento com todos os envolvidos no processo de compra. Normalmente, mesmo quem está envolvido indiretamente é uma ótima fonte de informação e influência, mas a negociação deve ser feita com quem decide e efetivamente pode comprar.

A comunicação nas vendas diretas.
O homem que vive em sociedade está a todo o momento, de uma forma ou de outra, se comunicando. Como já dizia Chacrinha: “Quem não se comunica, se trumbica”. O objetivo da comunicação é fazer com que entendam sua mensagem. A maior parte da comunicação é não verbal, isto é, tudo comunica: Sua roupa, atitudes, postura, gestos etc. Neste sentido é importante lembrar a máxima: “A primeira impressão é a que fica”.

Saber ouvir e não deixar a conversa dispersar é outro ponto muito importante. Muitas vezes os vendedores perdem venda por falar demais, dispersando a atenção do cliente. E outras vezes gastam tempo argumentando sobre objeções de seus clientes, que não são reais.

A comunicação durante a venda direta deve ser: Clara, objetiva, simples e conduzida de maneira firme. Devemos evitar a todo custo o “não”. O vendedor que pergunta: O Senhor "não” quer isto “não”? Está na verdade pedindo para escutar “NÂO”.

O importante é saber o verdadeiro motivo da compra ou da objeção à compra.

Ex: O cliente pode falar que não quer comprar pois, esgotou a verba de compra do mês. Enquanto na verdade ele está achando que seu preço está mais caro do que o da concorrência.
- Neste caso o vendedor que não identifica a real objeção, vai argumentar sobre as necessidades de compra ainda durante o mês e sobre falta de mercadoria. Enquanto deveria estar argumentando sobre a qualidade e serviços agregados a seus produtos.

O vendedor que não sabe ouvir o cliente, perde tempo e queima uma venda quando apresenta qualidades técnicas pelas quais o cliente não está procurando e deixa de reforçar os benefícios que o cliente realmente procura no produto ou serviço.

Ex: O cliente “X” está procurando um chuveiro que seja barato e que esquente bem a água.
O vendedor que não sabe ouvir o cliente vai falar sobre o desligamento automático e a inovadora “super ducha”.
- O Senhor “X” vai achar que com tantas inovações o preço deve ser um absurdo, e ele só quer um chuveiro barato e que esquente seu banho.

Fonte: Rg9.org

segunda-feira, 23 de abril de 2012

9 atitudes que valorizam sua vida profissional


Por Paulo Rogério Mendes

Você possui uma formação forte, um currículo invejável e muitos anos de carreira? Milhões de outras pessoas também possuem. Para ser um profissional que se destaca no meio da concorrência acirrada que há atualmente em todos os mercados, não basta ser bom apenas no papel. É preciso reforçar dia após dia suas qualidades por meio de um comportamento exemplar.
Confira nove atitudes comuns entre os profissionais realmente eficazes:
  1. Eles sempre cumprem seus horários e compromissos.
  2. Gostam de desafios: enxergam novos projetos e iniciativas como desafios que os farão crescer profissionalmente.
  3. Não se ofendem por qualquer motivo: o profissional não obriga os mais próximos a ficarem “escolhendo palavras” na hora de falar com ele.
  4. Têm foco: não se distraem com eventos aleatórios que acontecem ao seu redor.
  5. Seguem o conceito do “custo de manutenção”: o profissional exige pouco no que diz respeito a ficar alinhado com as expectativas da empresa e as de sua própria carreira.
  6. Estão sempre atentos às mudanças: ter foco não significa “só querer trabalhar”. Estar atento ao que acontece ao redor é de extrema importância.
  7. Possuem visão sistêmica: o profissional consegue identificar os interesses de cada um na organização e “dança conforme a música”.
  8. Aprendem com os erros: não cometem o mesmo deslize duas vezes e estão sempre preocupados em aprender com os erros dos outros.
  9. Mostram resultados: o principal é mostrar o resultado positivo do trabalho e a satisfação de todos os envolvidos.
 E aí, será que não está na hora de você rever suas atitudes?

terça-feira, 17 de abril de 2012


O poder de se reinventar e fugir da rotina

Todos os dias as mesmas coisas, a rotina te faz um fraco astro coadjuvante no missão diária do dia a dia, por mais forte que você seja estás, sempre a mercer de sofre pela lastimável rotina cotidiana. Sobretudo, sempre há o livre arbítrio em tomar outras alternativas para fugir do que para muitos é quase inevitável.

O que é certo é que a zona de conforto é uma aliado fortíssimo da rotina, ela nos prega na cadeira e impede de se arriscar, de tentar algo diferente, pelo simples comodismo que faz pensar na famigerada frase “em time que se está ganhando não se mexe”,  até  esta alusão ao futebol tem perdido um pouco do seu sentido ao longo do tempo, pois o conceito da ação e da reação se sobrepõe sobre ela, afinal se alguém está ganhando, obviamente alguém está perdendo e por sua vez está fazendo de tudo por mudar o jogo, por que razão o vencedor de momento se manteria apenas na mesma estratégia inicial?

Querer aprender e desafiar-se no novo é algo ímpar, onde todo o contexto do desafio vai ser colocado à prova, ao preferir o inevitável desafio do que sofrer pela presença da rotina, veja a imensidade de coisas que se pode aprender ao sair da zona de conforto, sobretudo tem os contras que também acompanham esta ação, não dá para desativar a bomba sem saber qual o fio certo que será cortado, o risco é sempre preeminente, mais o que seria o nosso universo sem um pouco de adrenalina e desafio.

O que é certo é que as pessoas tem se resguardado e cada vez mais procurado solução no comodismo no conservadorismo, na percepção de que é mais seguro é igual a mais saudável, embora o que seja mais seguro não seja tão promissor, ou tão pouco crie alguma expectativa. É preciso inovar e empreender a cada dia, cada dia na rotina pode te sufocar a uma regressão inevitável, ou ocorrerá algo como o aprendizado as avessas.

Um bom explorador, um bom inovador, um bom inventor, sempre estarão a anos luz a frente da rotina, e esta por mais que teime em seguí-los , terá até alguns aliados ao seu favor, que são as possibilidades de fracasso, desanimos por êxitos demorados, e tudo mais, mas  pessoalmente não consigo vestir o traje que a rotina nos empresta todos os dias, por mais limpo e bem apresentável que seja, me parece que nunca será meu, prefiro a aventura de aprender e tentar vestir algo novo a cada dia.

quinta-feira, 8 de março de 2012

50 principios da liderança

1-Líderes visionários são importantes. Mas grandes administradores são fundamentais.  
2- Sim, há épocas em que o culto da personalidade funciona! 
3 - A liderança é confusa como o diabo. 
4 - No que se refere ao talento, a liderança não é coisa de rendimento médio. 
5- Líderes amam a confusão. 
6 -O líder raramente é - ou nunca é - o que apresenta o melhor desempenho. 
7 -Líderes entregam em domicílio. 
8- Líderes criam o seu próprio destino. 
9 -Líderes vencem usando logística. 
10 -Líderes entendem o poder supremo dos relacionamentos. 
11 -Líderes fazem tudo ao mesmo tempo. 
12 -Líderes se comprazem com a ambigüidade. 
13 -Líderes eletrificam o ambiente de trabalho. 
14 -A liderança é a arte do improviso. 
15 -Líderes confiam nos seus instintos. 
16 -Líderes confiam na confiança. 
17 -Líderes são monstros natos no que se refere a assumir o poder. 
18 -Líderes esquecem com facilidade. 
19- Líderes sempre aparecem com modelos novos. 
20 -Líderes cometem erros - e não esquentam a cabeça com isso. 
21- Líderes amam trabalhar com outros líderes. 
22- Líderes têm humor. Ninguém é infalível. 
23 -Líderes criam marcas. Você não será um líder nos próximos cinco anos se não for capaz disso. 
24 -Líderes também sabem quando devem desafiar as marcas. 
25- Líderes têm bom gosto. 
26- Líderes não criam seguidores, criam mais líderes. 
27 -Líderes gostam do arco-íris - por razões completamente pragmáticas. 
28- Líderes não sucumbem ao próprio sucesso. 
29 -Líderes nunca são apanhados lutando na guerra passada. 
30 -Os líderes têm de passar sua mensagem. 
31 -Líderes prezam os assassinos que há dentro da sua organização. 
32 -Líderes adoram a tecnologia. 
33 -Líderes sempre têm uma paixão escondida na manga. 
34 -Líderes sabem: energia gera energia. 
35- Líderes organizam a comunidade. 
36- Líderes respeitam os outros. 
37- Líderes aparecem. 
38 -Liderança é desempenho. 
39 -Líderes são grandes contadores de histórias. 
40 -Líderes dão uma causa a cada pessoa. 
41- Líderes concentram-se no material sutil. 
42- Líderes pensam, ou melhor, sabem que podem fazer diferença. 
43 -Líderes sempre acham tempo para usar o telefone. 
44- Líderes escutam com toda a atenção. 
45- Líderes têm prazer em rodear-se de pessoas que são mais espertas que eles próprios. 
46 -Grandes líderes são grandes políticos. 
47 -Líderes criam um sentido para as coisas. 
48 -Líderes aprendem. 
49 Líderes...? Agora é com você: qual é a sua proposta para tempos tão difíceis? Qual é o lema que capta verdadeiramente a essência da liderança? O que, na sua opinião, os líderes devem fazer para ter sucesso nos próximos cinco anos? 
50 Os verdadeiros líderes sabem quando devem parar de trabalhar. Muito trabalho deixa de ser feito por aqueles que permanecem no posto além do seu prazo de validade.
Autor : Tom Peters  

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Liderança: A importância do lider e da equipe no tocante aos resultados


Nos últimos anos temos ouvido, lido e acompanhado muitas ações dos nosso lideres conteporâneos , como o Steve Jobs, Bill Gates, Eike Batista, Mark Zuckerberg e tantos outros que temos nos inspirado a dar sempre o melhor na busca incansável por resultados, mas como atingir os resultados se não possuir uma equipe que te dê suporte adequado? O que fazer para conseguir uma equipe que apoie integralmente?

Alguém já parou para imaginar onde estes icones chegariam se não tivessem uma equipe extrememamente competitiva do seu lado, certamente não iriam muito longe. Mas onde quero chegar com isso, até para Jesus a missão de evangelizar parecia humanamente impossível se fosse realizada apenas por ele. TUDO ESTÁ FUNDAMENTADO NA EQUIPE!

Para criar, manter e inspirar resultados de uma equipe é necessária um don chamado liderança, todos estes lideres visionários tiveram a necessidade de inspirar seus grupos atravez de exemplos de vida, algumas vezes atravez de condutas irretocáveis e acima de tudo de uma liderança acima da média. Tenho acompanhado muitos candidatos a lideres que tem errado muitas no tom, no excesso de energia, na forma de condução da equipe à movê-la para os melhores resultados.

Liderar é sem dúvida uma arte, é uma forma de lidar com pessoas como conduzisse uma orquestra a produzir a mais sublime das sinfonias. Não vou entrar no mérito se liderança é algo nato ou que se obtem em função de desenvolvimento, mas as informações estão aí o tempo todo, hoje ao acesso de praticamente todos. Dificil entender o porquê, que alguns gestores de cargos estratégicos tem a dificuldade de colocar em prática tudo que lemos, ouvimos e entendemos como boas práticas de liderança.

E como conseguir o apoio da equipe sem a confiança do time, parece tão óbvio, a confiança é a base de tudo, nela se pode construir os alicerce para as mais fortes relações.  A alegria(senso de humor) é outro ingrediente que não pode faltar a que seja que busque a liderança, é preciso encontrar motivo para rir, até mesmo de seu insucessos, mas sempre persistir em fazer o melhor. Dar o melhor de sí até não é tão dificil, mas inspirar as pessoas dar o melhor em prol do lider é uma missão realmente complicada.

Outro ponto fundamental está em entender a razão das coisas acontecem, sempre falo quando se sabe onde se quer chegar o caminho se torna relativamente suavisado, numa equipe as pessoas necessitam entender o papel de cada um nesta grande engrenagem humana, neste conceito todos são importante e necessitam se sentir importantes para que tudo funcione da maneira adequada.

E como inspirar as pessoas, esta certamente seja a missão mais dificil do líder, a motivação é algo intrissico a cada ser humano, sendo assim como fazê-lo para uma equipe, parece dificil, mas tente exercitar o  exemplo! Que seja pelo exemplo de vida, pelo exemplo de conduta, pelo exemplo na condução profissional e isso leva um certo tempo. Mas as pessoas precisam olhar para você e confiarem de forma plena. Quando se chega a este nível certamente a gestão da liderança estará certemante facilitada.

Em resumo é preciso entender que pessoas são diferente e reagem diferentes a diferentes tipos de estímulos e por isso todos os esforços devem ser promovidos para se criar um ambiente de tranquilidade e confiança, este pode tornar mais fácil o trabalho do lider quando necessitar informar seus comandados que o sucesso tanto individual como coletivo depende do esforço máximo de todos as ações individuais podem gerar desacerto, daá a necessidade de demonstrar toda a filisofia do trabalho como um time de resultados. 

Como montar um comitê de ergonomia

a)      O que é um comitê
      
Um comitê é um grupo de pessoas destacadas de um grupo maior (como um partido ou uma associação), geralmente com poderes deliberativos ou executivos, ou seja, com força para tomar decisões em nome dos demais.
      
A idéia de comitê difere de uma comissão porque, enquanto esta trata de assuntos e temas específicos e normalmente tem existência por tempo predeterminado, o comitê é um órgão permanente e trabalha gerenciando diversos temas dentro de um grupo. Também difere de conselho por ser, de natureza, um destacamento relativamente pequeno partindo de um grupo maior (o que o conselho não precisa ser necessariamente).

b)      O que é um comitê de ergonomia 
      
São grupos estruturados dentro das empresas para atacar os problemas ergonômicos existentes de forma gradativa e sistemática, evitando os esforços isolados. Esses grupos trabalham sob uma coordenação nomeada pela gerência e com o trabalho de secretaria executiva sendo feito pelos profissionais do SESMT. Os problemas críticos são analisados por forças-tarefas, contando com um profissional de Ergonomia, um trabalhador experiente, um técnico da área e da máquina e um supervisor. Esse grupo, após analisar a atividade, estuda em profundidade suas soluções e elabora um Plano de Ação, que é então aprovado pela alta gerência.

c)      Eficácia de um comitê ou “ergotime” 
      
A estruturação da Ergonomia sob a forma de um Sistema de Gestão realmente funciona, pois os problemas ergonômicos são abordados na ordem de prioridade: primeiro trabalha-se sobre aqueles causadores de afastamentos e gradativamente vai-se resolvendo os problemas causadores de dor sem afastamento, até se chegar aos problemas causadores de dificuldade e desconforto. Em poucos meses, consegue-se "fechar a torneira" de casos novos.
O segredo da eficácia

São eles: apoio do alto nível de gerência, participação dos trabalhadores, eficácia do serviço médico, treinamento de Ergonomia para todo o pessoal da empresa, estruturação correta dos comitês e revisão constante do processo.

d)      Categoria de problemas

A solução dos problemas

Os problemas ergonômicos geralmente podem ser classificados em cinco categorias, segundo orientação da FUNDACENTRO:

- Categoria 1- aqueles de solução simples, classificados como pequenas melhorias; por exemplo, elevação da altura da máquina em n centímetros visando corrigir os problemas posturais dos trabalhadores;

- Categoria 2 - aqueles de solução conhecida (embora nem sempre de baixo custo) - por exemplo, adquirir uma paleteira elétrica para movimentar pallets mais pesados que 700 kg; ou uma talha elétrica para movimentar peças de 25 kg.


- Categoria 3 - aqueles que demandam um estudo mais profundo visando esclarecer a melhor solução ou que demandam um detalhamento mais profundo do projeto de melhoria. Enfim, que exigem amadurecimento.

- Categoria 4 - aqueles decorrentes de problemas na organização do trabalho. Por exemplo, falta de mão-de-obra com horas extras e sobrecarga para os existentes; mão-de-obra mal treinada e entrando no processo produtivo sem o devido período de adequação; falta de manutenção em equipamento originando movimentos forçados; material em más condições, vindo do fornecedor sem a devida lubrificação e portanto ocasionando esforço excessivo; falta de material, ocasionando horas extras e jornadas prolongadas quando os mesmos chegam; problemas tecnológicos em determinado processo ocasionando uma série de defeitos ou rebarbas e a conseqüente movimentação excessiva de membros superiores para o retrabalho.

- Categoria 5 - aqueles que não têm solução de engenharia e que demandam apenas uma solução administrativa (como rodízio nas tarefas, pausas, seleção de pessoal, treinamento sobre posturas corretas e ginástica laboral).

O problema categoria 1 (pequenas melhorias) deve ser tratado pelo Comitê de forma simples e rápida, através da conjugação de 4 verbos: ver, agir, validar e documentar.

O problema tipo 2 (soluções conhecidas) deve ser tratado da seguinte forma: nomeia-se uma força de trabalho para estudar a adequação daquela solução à realidade do problema detectado, bem como para fazer o planejamento físico/ financeiro da solução.

Nos problemas de categorias 3, 4 e 5, está indicado que seja aberto um processo de solução ergonômica.

e) Processo de solução ergonômica

O processo de solução ergonômica pode funcionar da seguinte forma:

1. É montada uma força-tarefa, da qual deverão participar: um trabalhador que execute a tarefa, um técnico ou engenheiro que conheça bem o processo ou a máquina, um supervisor ou facilitador da área e o consultor de Ergonomia. Em certos casos, pode ser necessário alguém da manutenção. Não deve existir mais que 5 pessoas na força-tarefa.

2. É feita a análise ergonômica

3. A força-tarefa estuda o assunto profundamente, inclusive as alternativas de solução. Cada estudo, cada ação, é registrada, montando-se assim um processo.

4. Uma vez definida a melhor solução, a força-tarefa passa a analisar detalhes da solução. É muito importante que todas as ações sejam documentadas; os pareceres técnicos devem estar documentados.

5. Forma-se, portanto, um processo de solução ergonômica, adicionando-se "peças" ao mesmo, de forma que se oriente para a melhor definição ergonômica para o problema estudado. E de forma a que a solução esteja o mais detalhada possível, facilitando assim o orçamento da mesma e o detalhamento do projeto final.


O resultado final de um processo de solução ergonômica bem feito é a sugestão da melhor solução possível para aquele problema, bem detalhada. De posse dela, a chefia poderá então fazer o seu Plano de Ação (5W-1H-1HM).

É muito importante que a força-tarefa encarregada de encaminhar a solução de um problema ergonômico se debruce sobre ele e o estude profundamente. Não há vantagens em se dar soluções apressadas e mal pensadas para um problema ergonômico. Caso isso ocorra, o Comitê perderá força, pois haverá retrabalho. E caso tenha havido gasto, a gerência passará a desconfiar das ações do Comitê de Ergonomia. 

Passos para elaboração de Comitê de ergonomia para a empresa

1º - Palestra inicial para as diferentes áreas sobre a importância da área de ergonomia.
2º - Escolha e definição de membros das diferentes áreas da empresa: RH, Logística, qualidade, engenharia, manutenção e Sesmt.
3º - Treinamento para os membros do comitê
4º - Reunião de abertura com apresentação da demanda de trabalhos do comitê
5º - Atuação do comitê por ordem de prioridades
6º - Apresentação da analise ergonômica para o comitê
7º - atuação nas situações levantadas pela analise.

Dez pontos para fazer a CIPA se tornar uma ferramenta de gestão eficiente

1º ponto: Composição eclética 

O empregador deve mesclar a equipe da CIPA, potencializando fundamentos e pontos fortes de um grande time: liderança, determinação, organização, conhecimento e habilidades. E contando com profissionais de diferentes áreas e departamentos, para facilitar as múltiplas ações e abrangência de esforços que serão desempenhados pela comissão. 

2º ponto: Reuniões com pautas fixas 
            
Ninguém agüenta reuniões com tempo determinado e duração indeterminada, fica-se o tempo todo perguntando se alguém tem algo mais e sempre, puxando na lembrança assuntos de reuniões passadas.

É boa idéia deixar que o secretário anote no decorrer do mês os assuntos que a comissão lhe repassar para fazer parte da pauta da reunião seguinte e na véspera da reunião, junto à convocação o mesmo, comunicar quais os assuntos que serão tratados na reunião. Deste modo, todos já se familiarizam com os assuntos e temática a ser discutida, tornando a planaria mais prática a objetiva. 

3 º Ponto: Criar gestão de projetos 
            
Não é possível conseguir objetivos quando parte do time se faz presente apenas para fazer reclamação. A CIPA deve funcionar seguindo exemplos de grupos politicos, uma câmara de vereadores, por exemplo, nela os membros identificam as dificuldades da coletividade e apresentam projetos, no caso da CIPA os representante da comissão na medida do possível, deveriam apresentar estes “mini-projetos”, que nada mais são do que: os problemas encontrados, junto de uma sugestão plausível de correção e se possível vinculado com o custo financeiro de cada ação. Para isso é fundamental que os componentes do grupo sejam treinados de forma básica em gestão de projetos.

4º Ponto: Criar comissões para solucionar cada tipo de problema
           
Não adianta a CIPA apenas se transformar um “derivador” ou desvio para a área de segurança e ocupacional, é preciso que a comissão crie corpo e alma e realmente arregace as mangas para solucionar os problemas. Para isso nas reuniões, depois de levantados os problemas devem ser escolhidas comissões para averiguar cada problema. Estas subcomissões ficando com a responsabilidade de agir e apresentar uma solução para o problema proposto dentro de tempo hábil. 

5º ponto: Cronograma de atividades anual 
            
A CIPA não se deve prender apenas ações meramente programadas, sobretudo deve apresentar uma base de trabalho que propicie uma atuação global. Para tal algumas ações devem estar contempladas num cronograma anual, neste deve constar: inspeções de segurança na produção, nas áreas de apoio (almoxarifado, manutenção, restaurante, administração), eventos relacionados à divulgação de campanhas preventivas (semana de saúde, de meio ambiente, de segurança no trabalho), atividades de mapeamento dos riscos, etc. 

6º ponto: Marketing da Comissão 
            
Tudo que for feito pela comissão deve ser divulgado amplamente, para que os colaboradores sintam segurança e credibilidade no time que os representa. Não apenas divulgando as Atas de reunião, mas informativos, resultados, projetos futuros, etc. Pode-se também convidar profissionais de diferentes áreas, para participarem das reuniões, para que os mesmos possam sentir o nível de interesse e profissionalismo que está sendo conduzidos os trabalhos pela comissão.

7º Ponto: Dar feedback aos problemas e sugestões propostas

Ninguém gosta de dar sugestão e não obter retorno, portanto é de extrema importância justificar e dar retorno a cada tipo de situação ou solicitação levantada pela comissão ou por qualquer colaborador. Par mais básico que isso possa parecer à falta de retorno pode desmotivar quem sugere ou propõe alternativas de melhoria. 

8º Ponto: Treinamentos diferenciados para equipe

Junto à programação de atividade pode ser previsto treinamentos de curta duração para os membros da CIPA, qualificando e potencializando a equipe na capacidade de visão e interpretação das coisas como elas são, seguem algumas sugestões de treinamentos que podem ser ministrados para o time:
- Gestão de projetos;
- Analises de riscos;
- Ergonomia básica;
- Métodos de analise de problemas;
- Racionalização do tempo 

9º Ponto: Agir de forma analítica 
            
A comissão não pode abri mão de discutir e analisar os números e estatísticas de acidentes tanto da parte médica, bem como da área de saúde ocupacional, estas informações devem servir de base para plataforma de trabalho da comissão, trabalhando assim na base dos problemas e não apenas “apagando incêndio”.

10º Ponto: Mantenha a organização
           
Por mais óbvio que possa parecer, o que mais atrapalha um bom trabalho de uma CIPA é a falta de organização. Isto pode ser resolvido com um(a) boa(bom) secretário(a). É de extrema importância manter as Atas atualizadas, os planos de ações bem acompanhados, convocar todos os membros dentro dos prazos, organização de pautas de reunião, livro de acompanhamento de ações providenciadas, previstas ou em aberto. E ainda tornar fácil o acesso a informações não apenas para os membros da comissão, bem como para os diferentes interessados.