segunda-feira, 21 de maio de 2012

O Mercado de trabalho os desafios do nosso tempo


Está cada vez mais complicado conseguir uma oportunidade de trabalho qualificada nos tempos de hoje. Podemos observar em alguns casos a oferta de mão-de-obra é maior do que a demanda de mercado, o que parece acontecer é que no Brasil não existe sintonia entre o que o as instituições de ensino produzem e o que o mercado precisa. Um momento temos carência de mão-de-obra qualificada como por exemplo, de engenheiros ou  técnicos e muitas instituições tem preparado muito do forma genérica profissionais para o âmbito administrativo.
A opção na hora da definição do futuro acaba sendo muito importante. Carreiras desenvolvidas em nichos como os de: meio ambiente, responsabilidade social e extração e petróleo por exemplo, crescem com uma perspectiva bem promissora, a especialização nestes seguimentos também podem garantir um futuro engajamento as exigências do mercado de trabalho, sobretudo nunca é de mais atentar para as estratégias disponíveis para acelerar nossa empregabilidade, abaixo  citarei algumas sugestões que tornam pessoas mais atraentes ao mercado de trabalho:
1.     Autodesenvolvimento constante - pode ser adquirido através do bom hábito de uma leitura. Hoje em dia ler sobre boas práticas da sua área é uma boa dica, o mercado dispõe de muitas revistas especificas para praticamente todas as atividades, podemos citar por exemplo no seguimento de vendas e negociação existe uma publicação chamada Liderança, da editora Aquantum que é muito interessante, na gestão administrativa existem publicações da Editora Abril, como a Você SA, e em específico para Rh existe a Você RH, esta última muito rica em tendências e inovações da área. A internet também pode ser um campo fértil para quem busca este tipo de conhecimento, sobretudo é preciso ter um pouco de cuidado nas fontes que serão utilizadas para este conhecimento.

2.     O uso das redes sociais - podem ser um aliado ou mesmo um vilão, esta função irá depender da forma que você as utiliza, tenho visto muitas pessoas conseguirem fazer bons usos destas redes, para estabelecer e aumentar seu network, e de forma produtiva auxiliar na manutenção de sua empregabilidade, em contrapartida existem muitos que as utiliza, como válvulas de escape, o que não é proibido, mas é preciso ficarmos atentos ao que tornamos público, hoje por exemplo existem algumas  ferramentas que selecionadores utilizam, para identificar mais informações do perfil do candidato, tomando como referência o que é postado em redes sociais, por tudo é preciso ficar atento e saber usá-las de forma inteligente uma rede profissional que pode ajudar na recolocação no mercado de trabalho é o Linkedin, hoje muitas empresas utilizam desta rede para buscar e avaliar possíveis talentos, mais é importante não trocar as bolas, assuntos profissional e de lazer nem sempre combinam.

3.     Manutenção de network, é preciso manter todos os seus contatos influentes sabendo que você está a disposição do mercado, mas é importante se valorizar neste momento, pois sabemos que quando somos demitidos é possível que haja alguns impactos na nossa autoestima, mas é preciso demonstrar sempre confiança que o dia de amanhã trará algo melhor. Alguns selecionadores não vêem com bons olhos perfis de candidatos muito tristes, depressivos ou mesmo com problemas na autoestima.

4.     Vamos parar de reclamar e vamos nos reabastecer, neste momento difícil é preciso agir de maneira próativa, e não se reprimir aos acontecimentos. É uma oportunidade de freqüentar palestras, seminários, treinamentos que você não tinha tempo de frenquantar quando estava trabalhando, estes eventos além de nos alimentar com informações, também são propícios a fortalecerem nossa rede de relacionamento e muitas vezes conhecer novas pessoas que podem nos ajudar a voltar ao mercado de trabalho.
Em resumo reorganize suas idéias, atualize o seu currículo, aproveite a oportunidade para fazer um check-up na saúde, melhores suas práticas para adequar a uma melhor qualidade de vida e mantenha-se confiante, a confiança pode ser sua maior aliada, mas não esqueça de outras competências como perseverança e senso de autocrítica. Um pouco de fé e oração também nunca fizeram mal a ninguém, mas não espere apenas que Deus faça todo o trabalho uma boa parte é com você.

quarta-feira, 9 de maio de 2012


Técnicas de Negociação

Os primeiros passos da boa negociação, lidando com objeções.
Quem trabalha com negociações e vendas convive diária e constantemente com objeções. Se existe objeção, existe interesse. Poderíamos até afirmar que quanto mais forte a objeção maior o interesse. O profissional de vendas deve considerar as objeções como uma oportunidade e um desafio. O mais importante é descobrir a real objeção e o real interesse, motivação e desejos de compra do cliente.

Os tipos de objeções:
1) Racionais
– Formadas por fatos, testemunhos, documentos, tabelas etc. Neste caso o profissional de vendas deve convencer através de argumentos racionais.
Reforçando sempre os benefícios e serviços agregados aos seus produtos.

2) Irracionais
– Formada por fatores como vínculo emocional, medo de mudar etc. Normalmente o cliente não reconhece claramente este tipo de objeção.
O profissional de vendas deve identificar e persuadir, conquistando a confiança do cliente.

Quem decide e quem influencia a compra?
O profissional de vendas e negociação deve saber identificar claramente quem decide e quem influencia a compra.
Deve-se manter um ótimo relacionamento com todos os envolvidos no processo de compra. Normalmente, mesmo quem está envolvido indiretamente é uma ótima fonte de informação e influência, mas a negociação deve ser feita com quem decide e efetivamente pode comprar.

A comunicação nas vendas diretas.
O homem que vive em sociedade está a todo o momento, de uma forma ou de outra, se comunicando. Como já dizia Chacrinha: “Quem não se comunica, se trumbica”. O objetivo da comunicação é fazer com que entendam sua mensagem. A maior parte da comunicação é não verbal, isto é, tudo comunica: Sua roupa, atitudes, postura, gestos etc. Neste sentido é importante lembrar a máxima: “A primeira impressão é a que fica”.

Saber ouvir e não deixar a conversa dispersar é outro ponto muito importante. Muitas vezes os vendedores perdem venda por falar demais, dispersando a atenção do cliente. E outras vezes gastam tempo argumentando sobre objeções de seus clientes, que não são reais.

A comunicação durante a venda direta deve ser: Clara, objetiva, simples e conduzida de maneira firme. Devemos evitar a todo custo o “não”. O vendedor que pergunta: O Senhor "não” quer isto “não”? Está na verdade pedindo para escutar “NÂO”.

O importante é saber o verdadeiro motivo da compra ou da objeção à compra.

Ex: O cliente pode falar que não quer comprar pois, esgotou a verba de compra do mês. Enquanto na verdade ele está achando que seu preço está mais caro do que o da concorrência.
- Neste caso o vendedor que não identifica a real objeção, vai argumentar sobre as necessidades de compra ainda durante o mês e sobre falta de mercadoria. Enquanto deveria estar argumentando sobre a qualidade e serviços agregados a seus produtos.

O vendedor que não sabe ouvir o cliente, perde tempo e queima uma venda quando apresenta qualidades técnicas pelas quais o cliente não está procurando e deixa de reforçar os benefícios que o cliente realmente procura no produto ou serviço.

Ex: O cliente “X” está procurando um chuveiro que seja barato e que esquente bem a água.
O vendedor que não sabe ouvir o cliente vai falar sobre o desligamento automático e a inovadora “super ducha”.
- O Senhor “X” vai achar que com tantas inovações o preço deve ser um absurdo, e ele só quer um chuveiro barato e que esquente seu banho.

Fonte: Rg9.org