quarta-feira, 6 de junho de 2012

O que as artes marciais porém ensinar para o RH de hoje

Somos constantemente surpreendidos com novas tendências, novos modelos de gestão, novas filosofias de trabalho, e que vou tratar hoje no texto semanal blog sobre uma analogia pouco comentada entre as redes humanas nas organizações, vou falar hoje como as artes marciais podem servir de referência a nos posicionar na filosofia de nos tornarmos melhores profissionais com excelência no atendimento.

O que as artes marciais podem ensinar? Disciplina, autocontrole, uso da força no momento oportuno, preparo para lidar com diferentes situações, evoluir sempre, ops! Será que tudo isso não pode ser utilizado na filosofia de gestão de pessoas? Podemos tratar individualmente cada ponto, mas antes é preciso separar a imagem relacionada das artes marciais que envolvem violência, briga nas ruas, ações de alguns grupos. A essência da arte marcial prega o controle, e não a violência, prega a autodefesa e não o ataque covarde, infelizmente alguns mestres sem o devido preparo tem apresentado algumas teorias que não devem ser levadas muito em consideração, mas vamos considerar para efeito da analogia a essência folosofica das artes marciais.

  • Disciplina, quem acredita que disciplina não é importante para o melhor desempenho do trabalho, cometeu um ledo engano, sucesso depende e muito de disciplina, "o hábito faz o monge", deste modo, se quisermos ser bons profissionais a disciplina será uma das nossas companheiras. Disciplina para organizar uma agenda de forma produtiva pode ser um exemplo fiel ao caso;
  • Autocontrole, esta é uma competência essencial para lidar com pessoas e gestão de problemas, ou seria gestão de soluções. O ser humano por natureza tende a se comportar como uma mola, onde as ações normalmente correspondem a uma reação, o autocontrole e a ferramenta que irá moderar esta mola de modo que a reação resultante seja bem mais suave que a acão de flexão;
  • Uso da força no momento oportuno, em vários aspectos de uma negociação é necessário dosar e identificar o momento correto do uso da força no sentido literal da negociação, administrar o uso da força é uma arte, para não sofrer por desgastes desnecessários, para isso o discernimento e a maturidade ajudará bastante;
  • Preparo para lidar com diferentes situações, é também algo imprescindível, a flexibilidade vem associada a esta questão, é preciso também ter competências multidisciplinares, seria como um lutador com diferentes competências para os diferentes tipos de enfrentamentos, para isso é necessário sempre estar em contato com novo;
  • Evoluir sempre, o profissional de RH deve ser sempre "essa metamorfose ambulante", crescer, aprender, inovar, estar envolvidos em novos projetos, novos desafios, novos empreendimentos, zona de conforto não deve ser a praia de quem quer trabalhar com RH. Para evoluir sempre é preciso manter a mente a aberta e ter sempre a aspiração de ser o melhor no que faz, qualquer coisa diferente disso corre um risco de beirar a mediocridade, precisamos ser melhores profissionais, melhores pessoas, neste aspecto a empresa agradece, a sociedade agradece, o mundo agradece.

De fato podemos perceber que as artes marciais tem muito a ensinar aos profissionais de RH, pois como falamos anteriormente, sua filosofia é muito rica e com vários aspectos a agregar quando fazemos a correlação para a rotina de gestão de pessoas.


Sivonildo Martins.

 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A difícil arte de decidir a hora de mudar de emprego

Porque é tão difícil optar por fechar um ciclo em um emprego e iniciar um novo desafio? Este tipo e duvida nos mobiliza a pensar, pensar, pensar...mais quais variáveis devem ser levadas em conta neste momento, meu entendimento faz optar em pensar nos seguintes aspectos:

  • Mudança de cargo - mudar de cargo sempre é uma alternativa de agregar conhecimentos e novas experiências na nossa carreira, é sem duvidas um ponto interessante a ser levado em consideração;
  • Aumento salarial - ganhar mais é sempre um dos primeiros pontos levados em consideração, sobretudo a satisfação gerada por um aumento é temporária, é preciso ficar atento a este tipo de armadilha, outro ponto relevante e a diferença salarial, qualquer coisa menor que 30% de aumento é algo pouco significativo para optar por esta mudança;
  • Desafio - este item tem um apelo racional e também emocional, há quem não goste de desafios então para estes a decisão de mudança é bem mais dolorosa. Desafios alimentam nossas aspirações, alimentam nosso ego, mas podem ser objetos de frustrações futuras, sobretudo o que é certo é que não há êxito sem desafios;
  • Perspectivas - é preciso olhar o hoje com olhos do amanhã, "quem não aspira não respira". Ninguém em pleno estado de consciência quer fazer a mesma coisa a vida toda, é preciso pensar grande e ter a oportunidade de crescer de forma constante e viável;
  • Ambiente de trabalho - isto é algo muito importante à ser observado, é bem difícil produzir num ambiente que não favoreça por estar recheado de armadilhas e situações que mantenha pleno nível de estresse ou tensão.
  • Tempo de empresa - é preciso sempre conciliar o tempo na função com o crescimento na empresa, hoje em dia executivos passam em media 4 a 5 anos em cada função, este equilíbrio, favorece que não e perca o timing do crescimento profissional;
  • Informações sobre a empresa - ora! Não da para trocar seis por meia dúzia, é preciso conhecer onde se esta pretendendo plantar a semente, se o terreno não for fértil, nada cresce. Condição financeira, momento de mercado, histórico, perspectivas, desafios atuais, são pontos importantes e relevantes relativos a informações da empresa;
  • Qualidade de vida - por ultimo mas não menos importante, esse para mim é um principais aspectos a serem levados em consideração, o trabalho deve ser avaliado pela sua qualidade e não pela sua quantidade, muitos profissionais tem a falsa idéia que são importantes para seus grupos por estarem 10, 11, 12 horas envolvidos com o trabalho. A matemática é simples é preciso equilíbrio, faça a conta simples, o dia (24 horas) deve ser dividido de maneira harmônica em três momentos: trabalho, lazer e descanso, quando não há harmonia nesta divisão certamente surgirão problemas como estresse, cansaço, descontentamento, infelicidade, etc.

Avaliando tudo isso as coisas parecem mais claras e o momento de decidir parecer ser menos doloroso, o que é fato é que não se deve ficar lamentando o que não fez, o que se deixou de fazer, por isso é tão importante um instante e analise, isto te dará segurança na hora de decidir, ira te manter firme e confiante pela sua escolha. Sendo assim uma boa reflexão e um bom final de semana para todos.

Sivonildo Silva.