segunda-feira, 26 de maio de 2014

O náufrago

A vida muitas vezes nos coloca em situação que nos faz parecer ilhados, como meros navegantes que encontraram um porto seguro em uma ilha, sobretudo está ilha é o que os limita, é o que nos define pelos seus rígidos limites. A inicial sensação de tranqüilidade passa com o tempo a se tornar algo parecido com uma prisão, que te prende, mas por outro lado é a única coisa que você tem.

Decisões na vida por um tempo nós desafiam, mas com o tempo nós limitam de tudo que temos de mais precioso, nossas crenças, nosso anceios, nossas expectativas.

Nossa definição de vida muda com o tempo, nossos valores se complementam, em alguns casos se transformam. Não podemos morrer na ilha e por mais difícil que seja abandona-la, precisamos mostrar que estamos vivos, por mais que isto seja desafiador e nos motive a um recomeço.

Precisamos continuar respirando porque amanhã o sol vai nascer...e o restante depende exclusivamente de nós.

 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A importância de se construir um legado

 

Vivemos em uma sociedade em que convivemos com a ambição do mundo moderno de alcançar resultados, muitas vezes a todo custo, somos estimulados a competir desde criança, nosso sistema de ensino já promove as primeiras batalhas, quem são os melhores ou os piores em cada coisa, nos esportes, nos estudos, mas já pensaram que legado pode-se alcançar com tudo isso?

É fato que as organizações corporativas estão cheias de conquistadores, cheias de pessoas que alcançam metas todos os dias, mas a que preço? Será que todo este resultado vale a pena quando se olha para trás? Nada melhor do que marcar a vida das pessoas, seja de forma afetuosa ou agregando valor as ações que fazemos, assim sentimos que vale a pena viver, trabalhar, deixar o seio da família para lidar com meros estranhos.

Os valores são importantes, são necessários, eles constroem legados. Mas a maioria das organizações dispõem de valores bem escritos e pouco praticados o que há de errado nisto tudo? Os gestores devem sempre dar o exemplo, dentro dos valores não apenas da organização, mas os valores que tornam a organização corporativa mais humana possível. A amizade, a realização a confiança, todos estes sentimentos enaltecem a capacidade da equipe em se doar pelo comandante.

Sinto que estamos a mercer de uma retomada do comportamento correto, por que não pensar no que deixamos para trás, o que vale um amontoado de resultados financeiros, se por trás de tudo isso esta a insatisfação completa de uma equipe que não se esforça mais por não se sentir reconhecida, por não se sentir valorizada e porque não dizer, não se sentir protegida.

Tudo é possível quando nos propomos a mudar, mas a mudança principal deve ocorrer internamente e não apenas da boca para fora, podemos sim ser melhores que ontem basta pensar no legado, o que deixaremos no passado pode ser uma planilha de lucro ou uma porção de amigos e colegas que amadureceram por decorrência de suas ações. Mudar é preciso, fazer diferença na vida do próximo é fundamental.

O que guardamos no bolso é extremamente limitado quando comparado com o que podemos guardar no coração, Jesus Cristo o maior lider de todos os tempos não atingiu resultados astronômicos no aspecto financeiro, sobretudo na mudança da vida das pessoas, a mescla deste plano de intenções (resultados econômicos e humanos) deve sempre fazer parte da cabeça de um gestor. A soberba e arrogância são aliados terríveis por isso a importância de sempre fazermos uma auto-analise: que legado estou deixando com minhas ações.

 

Sivonildo Silva.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O que as artes marciais porém ensinar para o RH de hoje

Somos constantemente surpreendidos com novas tendências, novos modelos de gestão, novas filosofias de trabalho, e que vou tratar hoje no texto semanal blog sobre uma analogia pouco comentada entre as redes humanas nas organizações, vou falar hoje como as artes marciais podem servir de referência a nos posicionar na filosofia de nos tornarmos melhores profissionais com excelência no atendimento.

O que as artes marciais podem ensinar? Disciplina, autocontrole, uso da força no momento oportuno, preparo para lidar com diferentes situações, evoluir sempre, ops! Será que tudo isso não pode ser utilizado na filosofia de gestão de pessoas? Podemos tratar individualmente cada ponto, mas antes é preciso separar a imagem relacionada das artes marciais que envolvem violência, briga nas ruas, ações de alguns grupos. A essência da arte marcial prega o controle, e não a violência, prega a autodefesa e não o ataque covarde, infelizmente alguns mestres sem o devido preparo tem apresentado algumas teorias que não devem ser levadas muito em consideração, mas vamos considerar para efeito da analogia a essência folosofica das artes marciais.

  • Disciplina, quem acredita que disciplina não é importante para o melhor desempenho do trabalho, cometeu um ledo engano, sucesso depende e muito de disciplina, "o hábito faz o monge", deste modo, se quisermos ser bons profissionais a disciplina será uma das nossas companheiras. Disciplina para organizar uma agenda de forma produtiva pode ser um exemplo fiel ao caso;
  • Autocontrole, esta é uma competência essencial para lidar com pessoas e gestão de problemas, ou seria gestão de soluções. O ser humano por natureza tende a se comportar como uma mola, onde as ações normalmente correspondem a uma reação, o autocontrole e a ferramenta que irá moderar esta mola de modo que a reação resultante seja bem mais suave que a acão de flexão;
  • Uso da força no momento oportuno, em vários aspectos de uma negociação é necessário dosar e identificar o momento correto do uso da força no sentido literal da negociação, administrar o uso da força é uma arte, para não sofrer por desgastes desnecessários, para isso o discernimento e a maturidade ajudará bastante;
  • Preparo para lidar com diferentes situações, é também algo imprescindível, a flexibilidade vem associada a esta questão, é preciso também ter competências multidisciplinares, seria como um lutador com diferentes competências para os diferentes tipos de enfrentamentos, para isso é necessário sempre estar em contato com novo;
  • Evoluir sempre, o profissional de RH deve ser sempre "essa metamorfose ambulante", crescer, aprender, inovar, estar envolvidos em novos projetos, novos desafios, novos empreendimentos, zona de conforto não deve ser a praia de quem quer trabalhar com RH. Para evoluir sempre é preciso manter a mente a aberta e ter sempre a aspiração de ser o melhor no que faz, qualquer coisa diferente disso corre um risco de beirar a mediocridade, precisamos ser melhores profissionais, melhores pessoas, neste aspecto a empresa agradece, a sociedade agradece, o mundo agradece.

De fato podemos perceber que as artes marciais tem muito a ensinar aos profissionais de RH, pois como falamos anteriormente, sua filosofia é muito rica e com vários aspectos a agregar quando fazemos a correlação para a rotina de gestão de pessoas.


Sivonildo Martins.

 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A difícil arte de decidir a hora de mudar de emprego

Porque é tão difícil optar por fechar um ciclo em um emprego e iniciar um novo desafio? Este tipo e duvida nos mobiliza a pensar, pensar, pensar...mais quais variáveis devem ser levadas em conta neste momento, meu entendimento faz optar em pensar nos seguintes aspectos:

  • Mudança de cargo - mudar de cargo sempre é uma alternativa de agregar conhecimentos e novas experiências na nossa carreira, é sem duvidas um ponto interessante a ser levado em consideração;
  • Aumento salarial - ganhar mais é sempre um dos primeiros pontos levados em consideração, sobretudo a satisfação gerada por um aumento é temporária, é preciso ficar atento a este tipo de armadilha, outro ponto relevante e a diferença salarial, qualquer coisa menor que 30% de aumento é algo pouco significativo para optar por esta mudança;
  • Desafio - este item tem um apelo racional e também emocional, há quem não goste de desafios então para estes a decisão de mudança é bem mais dolorosa. Desafios alimentam nossas aspirações, alimentam nosso ego, mas podem ser objetos de frustrações futuras, sobretudo o que é certo é que não há êxito sem desafios;
  • Perspectivas - é preciso olhar o hoje com olhos do amanhã, "quem não aspira não respira". Ninguém em pleno estado de consciência quer fazer a mesma coisa a vida toda, é preciso pensar grande e ter a oportunidade de crescer de forma constante e viável;
  • Ambiente de trabalho - isto é algo muito importante à ser observado, é bem difícil produzir num ambiente que não favoreça por estar recheado de armadilhas e situações que mantenha pleno nível de estresse ou tensão.
  • Tempo de empresa - é preciso sempre conciliar o tempo na função com o crescimento na empresa, hoje em dia executivos passam em media 4 a 5 anos em cada função, este equilíbrio, favorece que não e perca o timing do crescimento profissional;
  • Informações sobre a empresa - ora! Não da para trocar seis por meia dúzia, é preciso conhecer onde se esta pretendendo plantar a semente, se o terreno não for fértil, nada cresce. Condição financeira, momento de mercado, histórico, perspectivas, desafios atuais, são pontos importantes e relevantes relativos a informações da empresa;
  • Qualidade de vida - por ultimo mas não menos importante, esse para mim é um principais aspectos a serem levados em consideração, o trabalho deve ser avaliado pela sua qualidade e não pela sua quantidade, muitos profissionais tem a falsa idéia que são importantes para seus grupos por estarem 10, 11, 12 horas envolvidos com o trabalho. A matemática é simples é preciso equilíbrio, faça a conta simples, o dia (24 horas) deve ser dividido de maneira harmônica em três momentos: trabalho, lazer e descanso, quando não há harmonia nesta divisão certamente surgirão problemas como estresse, cansaço, descontentamento, infelicidade, etc.

Avaliando tudo isso as coisas parecem mais claras e o momento de decidir parecer ser menos doloroso, o que é fato é que não se deve ficar lamentando o que não fez, o que se deixou de fazer, por isso é tão importante um instante e analise, isto te dará segurança na hora de decidir, ira te manter firme e confiante pela sua escolha. Sendo assim uma boa reflexão e um bom final de semana para todos.

Sivonildo Silva.

 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O Mercado de trabalho os desafios do nosso tempo


Está cada vez mais complicado conseguir uma oportunidade de trabalho qualificada nos tempos de hoje. Podemos observar em alguns casos a oferta de mão-de-obra é maior do que a demanda de mercado, o que parece acontecer é que no Brasil não existe sintonia entre o que o as instituições de ensino produzem e o que o mercado precisa. Um momento temos carência de mão-de-obra qualificada como por exemplo, de engenheiros ou  técnicos e muitas instituições tem preparado muito do forma genérica profissionais para o âmbito administrativo.
A opção na hora da definição do futuro acaba sendo muito importante. Carreiras desenvolvidas em nichos como os de: meio ambiente, responsabilidade social e extração e petróleo por exemplo, crescem com uma perspectiva bem promissora, a especialização nestes seguimentos também podem garantir um futuro engajamento as exigências do mercado de trabalho, sobretudo nunca é de mais atentar para as estratégias disponíveis para acelerar nossa empregabilidade, abaixo  citarei algumas sugestões que tornam pessoas mais atraentes ao mercado de trabalho:
1.     Autodesenvolvimento constante - pode ser adquirido através do bom hábito de uma leitura. Hoje em dia ler sobre boas práticas da sua área é uma boa dica, o mercado dispõe de muitas revistas especificas para praticamente todas as atividades, podemos citar por exemplo no seguimento de vendas e negociação existe uma publicação chamada Liderança, da editora Aquantum que é muito interessante, na gestão administrativa existem publicações da Editora Abril, como a Você SA, e em específico para Rh existe a Você RH, esta última muito rica em tendências e inovações da área. A internet também pode ser um campo fértil para quem busca este tipo de conhecimento, sobretudo é preciso ter um pouco de cuidado nas fontes que serão utilizadas para este conhecimento.

2.     O uso das redes sociais - podem ser um aliado ou mesmo um vilão, esta função irá depender da forma que você as utiliza, tenho visto muitas pessoas conseguirem fazer bons usos destas redes, para estabelecer e aumentar seu network, e de forma produtiva auxiliar na manutenção de sua empregabilidade, em contrapartida existem muitos que as utiliza, como válvulas de escape, o que não é proibido, mas é preciso ficarmos atentos ao que tornamos público, hoje por exemplo existem algumas  ferramentas que selecionadores utilizam, para identificar mais informações do perfil do candidato, tomando como referência o que é postado em redes sociais, por tudo é preciso ficar atento e saber usá-las de forma inteligente uma rede profissional que pode ajudar na recolocação no mercado de trabalho é o Linkedin, hoje muitas empresas utilizam desta rede para buscar e avaliar possíveis talentos, mais é importante não trocar as bolas, assuntos profissional e de lazer nem sempre combinam.

3.     Manutenção de network, é preciso manter todos os seus contatos influentes sabendo que você está a disposição do mercado, mas é importante se valorizar neste momento, pois sabemos que quando somos demitidos é possível que haja alguns impactos na nossa autoestima, mas é preciso demonstrar sempre confiança que o dia de amanhã trará algo melhor. Alguns selecionadores não vêem com bons olhos perfis de candidatos muito tristes, depressivos ou mesmo com problemas na autoestima.

4.     Vamos parar de reclamar e vamos nos reabastecer, neste momento difícil é preciso agir de maneira próativa, e não se reprimir aos acontecimentos. É uma oportunidade de freqüentar palestras, seminários, treinamentos que você não tinha tempo de frenquantar quando estava trabalhando, estes eventos além de nos alimentar com informações, também são propícios a fortalecerem nossa rede de relacionamento e muitas vezes conhecer novas pessoas que podem nos ajudar a voltar ao mercado de trabalho.
Em resumo reorganize suas idéias, atualize o seu currículo, aproveite a oportunidade para fazer um check-up na saúde, melhores suas práticas para adequar a uma melhor qualidade de vida e mantenha-se confiante, a confiança pode ser sua maior aliada, mas não esqueça de outras competências como perseverança e senso de autocrítica. Um pouco de fé e oração também nunca fizeram mal a ninguém, mas não espere apenas que Deus faça todo o trabalho uma boa parte é com você.

quarta-feira, 9 de maio de 2012


Técnicas de Negociação

Os primeiros passos da boa negociação, lidando com objeções.
Quem trabalha com negociações e vendas convive diária e constantemente com objeções. Se existe objeção, existe interesse. Poderíamos até afirmar que quanto mais forte a objeção maior o interesse. O profissional de vendas deve considerar as objeções como uma oportunidade e um desafio. O mais importante é descobrir a real objeção e o real interesse, motivação e desejos de compra do cliente.

Os tipos de objeções:
1) Racionais
– Formadas por fatos, testemunhos, documentos, tabelas etc. Neste caso o profissional de vendas deve convencer através de argumentos racionais.
Reforçando sempre os benefícios e serviços agregados aos seus produtos.

2) Irracionais
– Formada por fatores como vínculo emocional, medo de mudar etc. Normalmente o cliente não reconhece claramente este tipo de objeção.
O profissional de vendas deve identificar e persuadir, conquistando a confiança do cliente.

Quem decide e quem influencia a compra?
O profissional de vendas e negociação deve saber identificar claramente quem decide e quem influencia a compra.
Deve-se manter um ótimo relacionamento com todos os envolvidos no processo de compra. Normalmente, mesmo quem está envolvido indiretamente é uma ótima fonte de informação e influência, mas a negociação deve ser feita com quem decide e efetivamente pode comprar.

A comunicação nas vendas diretas.
O homem que vive em sociedade está a todo o momento, de uma forma ou de outra, se comunicando. Como já dizia Chacrinha: “Quem não se comunica, se trumbica”. O objetivo da comunicação é fazer com que entendam sua mensagem. A maior parte da comunicação é não verbal, isto é, tudo comunica: Sua roupa, atitudes, postura, gestos etc. Neste sentido é importante lembrar a máxima: “A primeira impressão é a que fica”.

Saber ouvir e não deixar a conversa dispersar é outro ponto muito importante. Muitas vezes os vendedores perdem venda por falar demais, dispersando a atenção do cliente. E outras vezes gastam tempo argumentando sobre objeções de seus clientes, que não são reais.

A comunicação durante a venda direta deve ser: Clara, objetiva, simples e conduzida de maneira firme. Devemos evitar a todo custo o “não”. O vendedor que pergunta: O Senhor "não” quer isto “não”? Está na verdade pedindo para escutar “NÂO”.

O importante é saber o verdadeiro motivo da compra ou da objeção à compra.

Ex: O cliente pode falar que não quer comprar pois, esgotou a verba de compra do mês. Enquanto na verdade ele está achando que seu preço está mais caro do que o da concorrência.
- Neste caso o vendedor que não identifica a real objeção, vai argumentar sobre as necessidades de compra ainda durante o mês e sobre falta de mercadoria. Enquanto deveria estar argumentando sobre a qualidade e serviços agregados a seus produtos.

O vendedor que não sabe ouvir o cliente, perde tempo e queima uma venda quando apresenta qualidades técnicas pelas quais o cliente não está procurando e deixa de reforçar os benefícios que o cliente realmente procura no produto ou serviço.

Ex: O cliente “X” está procurando um chuveiro que seja barato e que esquente bem a água.
O vendedor que não sabe ouvir o cliente vai falar sobre o desligamento automático e a inovadora “super ducha”.
- O Senhor “X” vai achar que com tantas inovações o preço deve ser um absurdo, e ele só quer um chuveiro barato e que esquente seu banho.

Fonte: Rg9.org

segunda-feira, 23 de abril de 2012

9 atitudes que valorizam sua vida profissional


Por Paulo Rogério Mendes

Você possui uma formação forte, um currículo invejável e muitos anos de carreira? Milhões de outras pessoas também possuem. Para ser um profissional que se destaca no meio da concorrência acirrada que há atualmente em todos os mercados, não basta ser bom apenas no papel. É preciso reforçar dia após dia suas qualidades por meio de um comportamento exemplar.
Confira nove atitudes comuns entre os profissionais realmente eficazes:
  1. Eles sempre cumprem seus horários e compromissos.
  2. Gostam de desafios: enxergam novos projetos e iniciativas como desafios que os farão crescer profissionalmente.
  3. Não se ofendem por qualquer motivo: o profissional não obriga os mais próximos a ficarem “escolhendo palavras” na hora de falar com ele.
  4. Têm foco: não se distraem com eventos aleatórios que acontecem ao seu redor.
  5. Seguem o conceito do “custo de manutenção”: o profissional exige pouco no que diz respeito a ficar alinhado com as expectativas da empresa e as de sua própria carreira.
  6. Estão sempre atentos às mudanças: ter foco não significa “só querer trabalhar”. Estar atento ao que acontece ao redor é de extrema importância.
  7. Possuem visão sistêmica: o profissional consegue identificar os interesses de cada um na organização e “dança conforme a música”.
  8. Aprendem com os erros: não cometem o mesmo deslize duas vezes e estão sempre preocupados em aprender com os erros dos outros.
  9. Mostram resultados: o principal é mostrar o resultado positivo do trabalho e a satisfação de todos os envolvidos.
 E aí, será que não está na hora de você rever suas atitudes?